segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

Que venha 2012...


Um novo ano se aproxima. A transformação evocada pelo Natal se aprofunda com o início de um novo ciclo. Mesmo sem contar as profecias do calendário Maia, da cabala e de tantas outras religiões, é visível que o mundo passa por uma grande mudança, sentida em todas as áreas da vida e da cultura humanas. Para sobrevivermos a essas mudanças, é preciso renascer, buscar no mais íntimo de nosso ser a nossa verdadeira essência e manifestá-la na criação de um novo mundo. Que 2012 seja um ano de iluminação e que ondas de paz e amor comecem a fazer adormecer a agressividade, violência e trevas da esfera terrestre. Feliz ano novo!

Dentro de cada um de nós está o impulso de manifestar o divino potencial de nossas almas – a sabedoria, a força, o amor e a alegria que constituem nossa verdadeira natureza. Uma inequívoca bênção e energia positiva são sentidas ao início de um novo ano, psicológica e espiritualmente. É um período auspicioso de transformação, com suas oportunidades de descerrar novos caminhos para o sucesso e a realização. Quantas possibilidades ainda não exploradas se abrem diante de nós quando percebemos que não somos frágeis mortais, limitados pelo passado ou por hábitos e circunstâncias; somos, cada um de nós, uma expressão única de Deus, dotados de Suas potencialidades divinas e com a liberdade para modelar o próprio destino conforme a nossa vontade .

Sri Mrinalini Mata
Presidente da Self-Realization Fellowship

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

O Ser que gera Frutos


Algo muito comum hoje é ver as pessoas ensimesmadas no meio da correria do dia-a-dia, cada um cuidando de sobreviver a qualquer custo. Esquecemos que vivemos em grupo, que não estamos sozinhos e que dependemos das relações entre todas as pessoas para estarmos aqui, trabalhando, vivendo, construindo algo em nossas vidas. Somos uma comunidade. Vivemos em comunidade. Apesar disso, uma via fácil para se esconder e fugir deste falso sentimento de solidão é projetar para o outro as dores e falhas internas. Já dizia o grande mestre há 2 mil anos: “Porque vês o argueiro que está no olho de teu irmão e não vês a trave que está no teu próprio olho?”.

Nós necessitamos transcender esse sentimento de solidão e nossas dores internas. Quando encontrarmos o sentimento de completude e paz dentro de nós, poderemos ver com mais clareza os laços que nos envolvem no todo em que vivemos. Por isso é tão importante trabalhar nossa consciência interna. Todos nós recebemos talentos, dons, capacidades. Usemo-los! Desenvolvendo os melhores dons que recebemos nos tornaremos únicos e perfeitos reencontrando-nos com quem realmente somos. Encontrando nossa própria essência, o todo à nossa volta se transforma.

Gandhi nos ensina: “Tomemos a água, que em seu estado líquido permanece na terra, não pode ascender enquanto não tiver se rarificado em vapor. Mas, uma vez que haja se convertido em vapor, eleva-se até o céu onde, por fim, se transforma em nuvens que depois caem sob a forma de chuva que frutifica e abençoa a terra. Nós somos como a água, temos de nos esforçar para rarificarmos de maneira que se destrua o ego e nos absorvamos no Infinito para o bem eterno de todos.”

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

Para Refletir...


"É vital que, ao educar os cérebros de nossos filhos, não neglienciemos a educação de seus corações". Dalai Lama

quinta-feira, 17 de novembro de 2011

Nós temos o poder de mudar!

Artistas famosos gravaram um vídeo de protesto contra a construção da usina de Belo Monte. Através do Movimento Gota D’ Água, a campanha discute o planejamento energético do país pela análise do projeto da hidrelétrica, a mais polêmica obra do PAC.

A campanha me chamou atenção porque, com uma linguagem simples, nos diz como nós devemos sim nos ocupar com questões como estas, que parecem tão distantes do nosso dia-a-dia atarefado com trabalho, família, lazer, acesso à internet.


Mostra como há uma interligação de tudo: a geração de energia no país, a vida e cultura indígenas, o meio ambiente, o desperdício de dinheiro que sai dos nossos bolsos e a forma como vivemos. Nós temos o poder de mudar. Nós temos a responsabilidade de evitar atitudes que prejudiquem nosso país, nossos povos, nosso dinheiro, nosso meio ambiente.

Segundo matéria da Folha de São Paulo, a obra de Belo Monte tem custo estimado em R$ 26 bilhões, mas uma das críticas à nova hidrelétrica é que ela não irá operar na capacidade máxima. “Além disso, duas terras indígenas - Paquiçamba e Arara da Volta Grande do Xingu - ficam no trecho do rio Xingu que terá sua vazão reduzida por causa da barragem. Como os índios dependem do rio para alimentação e transporte, o modo de vida tradicional dessas populações está ameaçado pela usina.”


Segue o vídeo e o site, por onde se pode assinar a petição e fazer parte desse movimento de mudança.

domingo, 6 de novembro de 2011

Os bons são maioria

Dentre as muitas mensagens positivas que costumamos receber por e-mail, uma especialmente me chamou a atenção esta semana, pois tocou num ponto fundamental do comportamento humano atual, o fato de que hoje uma grande parte das pessoas sinta prazer em consumir informações destrutivas.

O texto chamado “Os bons são maioria” fala sobre uma campanha de marketing que publicou alguns dados muito interessantes comparando acontecimentos bons e ruins no mundo, tais como:

“*Para cada pessoa dizendo que tudo vai piorar, existem cem casais planejando ter filhos.
*Para cada corrupto existem oito mil doadores de sangue.
* Enquanto alguns destroem o meio ambiente, 98% das latinhas de alumínio já são recicladas no Brasil.
* Na Internet, a palavra amor tem mais resultados do que a palavra medo.
* Para cada muro que existe no mundo, se colocam duzentos mil tapetes escritos “bem-vindo”.
* Enquanto um cientista desenha uma nova arma, há um milhão de mães fazendo pastéis de chocolate.”

A matéria, que faz parte de uma redação espírita chamada Momento Espírita, continua dizendo que nós, como consumidores de notícias também desejamos ver o lado bom do mundo, da vida e das pessoas e, por isso, devemos demonstrar esse desejo. Lembro-me de ouvir a monja zen-budista Coen dizer em um de seus discursos em seu templo que nós escolhemos aquilo que vemos. Não é uma questão de rejeitar a realidade, mas de não enfatizar apenas o lado negativo das coisas. Saber de um acidente é um fato, mas querer ver, ouvir e ler todos os detalhes de todos os envolvidos já passa do normal. Parece ser uma forma de alimentar uma sombra interna.

Há muita coisa boa sendo feita no mundo e cabe a cada um de nós o papel de fazer parte da construção pacífica e benéfica do planeta. Madre Tereza de Calcutá disse certa vez: “As pessoas me perguntam por que eu não participo de movimentos contra a guerra e eu respondo que se vocês tiverem movimentos a favor da paz, podem me chamar que irei a todos.” Aí está o segredo, devemos participar fazendo parte da corrente do bem, não contra o que consideramos ruim. Devemos nos unir aos bons e ajudar na transformação energética do mundo, que hoje precisa mais do que nunca de gestos assim.

A mensagem termina com um convite à alegria: Amemos mais. Participemos mais. Sorriamos mais.

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

A Árvore da Vida

Fui assistir “A Árvore da Vida” e não pude deixar de manifestar a imensidão que este filme me fez sentir. Ainda sinto como andando com os pés a um palmo acima do chão.

Enquanto algumas pessoas sussurravam ao final do filme: “Graças à Deus que acabou”, fiquei pensando, “será que perdemos a capacidade de VER? A capacidade de compreender?”. Talvez essa reação se deva ao fato de que este não é apenas um filme, mas sim uma poesia, um estado de oração. Arrisco a dizer que é quase um mito. E se digo isso é porque estudei sua linguagem.

Os pares de opostos que salpicam por todo o filme como raios de sol sobre as árvores: Pai-Mãe. Amor-Ódio. Inocência-Malícia. Perdão-Ressentimento. Céu-Mar. Água-Fogo. Oceano-Deserto ... Todas facetas do Absoluto, sem as quais seria impossível conhecer, compreender e, por fim, transcender.

E toda a forma como a narrativa foi construída me levou à mesma conclusão, repleta de metáforas e simbologias que, unidas dentro de um contexto, criam sentidos em camadas ampliando a cada passo nossa compreensão do todo.
Fonte: Nasa
E esse todo é tão rico que não pode ser verbalmente descrito. Uma imagem vale por mil palavras. A música também. Com tão pouco texto, é riquíssimo em mensagem, sentimentos, informação, insights. Transporta-nos do micro ao macro em segundos. Do centro da alma humana ao centro da energia cósmica divina e de volta ao coração do homem. Mas existe esta distinção? Ou ela foi criada por nós? Imaginamos essa energia criadora que chamamos Deus longe. Tão longe que é capaz de nos abandonar aleatoriamente, sendo bons ou maus. Mas nos damos conta de que tudo é Deus. Somos sua vibração. Cada pequeno gesto, atitude, cada minúscula partícula da criação, tudo faz parte do mesmo. E se a obra divina é belíssima, a obra humana também pode ser, desde que reflita a outra, imagem tão bem simbolizada nos prédios que espelham o azul do céu.

Nosso destino é o encontro com o oceano, nosso ponto de chegada é a luz. No fundo, somos todos como os girassóis, sempre voltados para esta energia criadora e o mais importante: apenas pelo amor desviamos do escuro e nos tornamos parte desta grandeza belíssima e tão sofisticada de sentidos que abrange a vida e tudo o que a cerca.

Palmas para esta obra de arte ousada e tão sensível de Terrence Malick, que chega a ser um mito do amor divino e humano.



terça-feira, 30 de agosto de 2011

Para Refletir...


“O particular é o universal de uma perspectiva única”.

Deepak Chopra

domingo, 21 de agosto de 2011

Pelo amor aos animais

Desde que me entendo por gente, amo os animais, todos eles. Em casa, sempre tivemos bichinhos de estimação: hamsters, peixe, cachorros, coelho, até mesmo passarinhos e pombas que, por aparecem machucados, cuidamos até se curarem. Alguns quiseram sua liberdade de volta e nos deixaram, outros preferiram ficar.

Scotch
Porém meu amor mais profundo a um animal veio com meus dois últimos cães. Duas almas boas demais que me encantaram e me ensinaram a pureza de amar um bichinho como estes. Um deles nos deixou em 2009, resultado de uma doença grave que nos fez sofrer muito, mas também nos ensinou muito. Scotch era tão bonzinho que, mesmo doente, tinha ânimo suficiente para continuar pegando nosso sapato e sair correndo para brincar, mesmo que por 1 minuto. Ele me ensinou que, quando amamos, cuidamos da melhor maneira que podemos.
Fico pensando em como há tantas pessoas que respeitam e amam tão pouco essas criaturas de Deus a ponto de abandoná-las como se faz com uma roupa velha, quando estão de mudança e não há espaço suficiente para levá-los ou quando simplesmente se cansam de ter que limpar sua sujeira e alimentá-los todos os dias.

Muitas pessoas pensam que os animais não sentem ou pensam. Está certo, talvez não pensem como nós, mas que há um grau básico de capacidades mentais, isso já foi descoberto há muitos anos. O próprio Charles Darwin já havia escrito que o homem e os animais possuem as mesmas faculdades de imitação, atenção, deliberação, escolha, memória, imaginação e raciocínio, embora em graus muito diferentes.


Pesquisas recentes mostram que os bichos não são assim tão diferentes de nós. Sabemos agora que os peixes, as aves, os animais domésticos, todos os animais selvagens e os répteis que rastejam sobre a terra têm memória, personalidade e linguagem, diz Tiago Cordeiro em reportagem à Super.

Tiago também diz que, provavelmente pelos muitos mil anos de convívio conosco, os cães nos conhecem muito bem. Eles aprendem tanto através do olhar que se tornam capazes de antecipar os movimentos dos seus donos. Se o dono vai na direção de um cão para abraçá-lo ou para brigar, ele percebe antes e antecipa a reação.
Testes de psicologia mostram que a maioria das espécies possui diferentes níveis de extroversão, altruísmo, criatividade e abertura a novas experiências. Mas, além disso, a maioria apresenta também quadros de depressão. Lembro-me quando fui viajar e fiquei 3 meses fora de casa. Tive um pesadelo com o Scotch e fiquei agoniada para voltar. Quando finalmente cheguei, Scotch apresentou um quadro de depressão profunda que teve que ser tratado com remédios. O quadro se repetiu quando foi a vez de minha mãe estar fora por alguns meses.

Fonte: Folha de São Paulo
Uma matéria deste mês de agosto da Folha de São Paulo mostrou que, ao morrer o hipopótamo-fêmea Tetéia, de 53 anos, do Zoológico de São Paulo, sua filha Sininho, de 10, “quase não saiu da água e se recusou a comer”, fez greve de fome durante 2 dias pela falta de companhia da mãe.
Precisamos desviar do ponto de vista que nos torna superiores, assumir uma maior humildade diante destes animais supostamente menores e por fim reconhecer que não estamos sozinhos, somos apenas uma espécie coexistindo com milhares de outras no processo comunicativo do planeta.


Ação pelos Animais

Uma iniciativa exemplar em se tratando de defesa animal é a 1ª Delegacia especial para proteção animal em São Paulo, que possui vários projetos contra crimes animais e conseguiu uma grande vitória recentemente, a aprovação e criação pelo Ministério Público de São Paulo de um "Grupo Especial" com atribuições de Defesa Animal, como solicitado pelo Deputado Fernando Capez. É possível aderir às suas causas na página do Facebook:
http://www.facebook.com/delegaciaanimal


Outra nobre iniciativa é o da ONG carioca Ação Animal que, com a missão de buscar a harmonização entre os animais, o meio ambiente e os seres humanos, trabalha pela defesa da causa animal através da adoção de animais abandonados (o que é crime: Lei Municipal nº 4731/07) e conscientização para a posse responsável.

domingo, 14 de agosto de 2011

O Ser Pai

Ser Pai é um ato de amor, responsabilidade e dedicação.

Não é à toa que Deus é definido na Bíblia pela figura de um Pai.

Pai é aquele que nunca nos abandona, que guia nossos caminhos e nos ensina a ser pessoas melhores.

É aquele que, com amor e paciência, está sempre presente nos bons momentos e naqueles não tão bons assim e por isso um pai é uma dádiva.

Obrigada a meu pai e a todos os pais que nos tornam melhores filhos. Parabéns, hoje e sempre.

domingo, 31 de julho de 2011

Que cada ato, seja uma ação, palavra ou pensamento, se manifeste como um ritual sagrado

Muitos mestres dizem que devemos viver em estado de oração. O que isso quer dizer? Eu penso que atingimos este estado quando percebemos que aquilo que fazemos influencia e é influenciado por tudo o que está à nossa volta. Há ligações, muitas invisíveis, que nos unem a todos os seres, animados e inanimados. Quando há uma compreensão de que nós interferimos interna e externamente através de nossas vibrações, adquirimos um respeito tal que agimos com mais amor. Daí aquela famosa frase que diz que devemos amar o que fazemos e não fazer o que amamos porque compreendemos que somos seres únicos, que há um propósito maior para o que cada um de nós está fazendo neste planeta, neste exato momento, nesta exata empresa em que estamos, na família em que nascemos, na cidade em que vivemos.


Se todos trabalhassem para obter seu sustento, e não mais, haveria bastante alimento e ócio suficiente para todos. Então, não haveria gritos de superpopulação, nem enfermidades, nem a miséria que vemos ao nosso redor. (...) Os homens poderão, sem dúvida, fazer muitas outras coisas com seus corpos e mentes, mas tudo deveria ser um trabalho de amor pelo bem-estar comum.

Mahatma Gandhi


Viver desta maneira seria, sim, um eterno estado de oração, uma maneira sagrada de viver, onde cada ato nosso se realizaria com beleza e poder, como um verdadeiro ritual direcionado ao bem comum de todos os seres.

sexta-feira, 29 de julho de 2011

Para Refletir...

"É pelo olho que o homem floresce".

"Imagens são palavras que nos faltaram".

Poeta Manoel de Barros

segunda-feira, 18 de julho de 2011

Moda Inclusiva

Cada ser humano é único, porém todos nós temos igualdade de direitos e necessidades semelhantes.

Ações diferenciadas garantem às pessoas com necessidades especiais o acesso aos recursos e oportunidades que qualquer ser humano deve ter. Um exemplo deste tipo de ação é o trabalho da estilista gaúcha Vitória Cuervo, que está organizando um Desfile de Moda Inclusiva dia 26 de agosto, atividade integrante da I Semana de Valorização da Pessoa com Deficiência, que será realizada nos dias 20 a 28 de agosto de 2011, pela Assembléia Legislativa do Rio Grande do Sul.

O Projeto
(Texto adaptado do original da estilista)


Donna Fashion Iguatemi 2010
É direito de todos a igualdade de oportunidades e acesso à educação, lazer, saúde, cultura e o viver com dignidade. 

As pessoas com deficiências físicas, apesar do desconhecimento de muita gente, tem a necessidade de um vestuário diferenciado e adaptado, aliando conforto, funcionalidade, segurança e estética.

O vestuário adaptado deve ser projetado nas características individuais do usuário, respeitando suas limitações, dando mais autonomia ao facilitar o despir e o vestir. Deve-se ter também um cuidado maior na modelagem, na escolha dos tecidos e nos acabamentos.

Estar bem vestida, se sentir bonita e atraente faz bem para a auto-estima, sobretudo para aquelas pessoas que já tem tantas barreiras no dia-a-dia.

A Lei de Cotas (Lei 8213/91), que estabelece percentual de vagas no mercado de trabalho para trabalhadores com deficiências, abre um novo mercado consumidor, pois o mercado de trabalho exige uma postura adequada também se tratando do vestuário.

Vitória pretende fazer em todas suas coleções algumas peças adaptadas para aqueles que se identificarem com o estilo de suas criações, pois enfatiza que a moda é para todos, sem discriminação.

Para mais informações:
(O projeto possui propostas para empresas patrocinadoras.)

FERNANDA BRANDÃO - 55 51 98780468
VITÓRIA CUERVO - 55 51 99560151

domingo, 17 de julho de 2011

Água é vida.

Dia 11 deste mês saiu na Folha de São Paulo, sem fazer muito alarde, uma matéria triste que deveria ser destaque especial. A matéria dizia assim:
O lixo plástico na superfície dos oceanos é uma ameaça mortal para as baleias e os golfinhos. (...) Em 2008, 134 tipos de redes diferentes foram encontrados nos estômagos de duas cachalotes que encalharam no litoral da Califórnia, Estados Unidos, e que provavelmente morreram de oclusão intestinal. Em 1999, na cidade de Biscarrosse (sudoeste da França), uma baleia de Cuvier encalhou com 33 kg de plástico no corpo.

A notícia, que deveria chocar qualquer ser humano com um mínimo de consciência sobre a importância da vida e saúde dos oceanos não é, infelizmente, uma novidade.
No ano passado, o globo publicou: Já a ONU calcula que mais de um milhão de pássaros e 100 mil mamíferos e tartarugas marinhas morrem por ano por comerem ou ficarem presos em restos de plásticos.
Lembro-me de ter ficado chocada já na época da Expo Lisboa de 1998 sobre os oceanos, onde números críticos sobre a situação dos mares do mundo foram expostos.
Hoje vemos com tristeza a Grande Porção de Lixo do Pacífico (Great Pacific Garbage Patch), uma ilha de 7 milhões de toneladas de lixo plástico que se amontoa no oceano pacífico e que pode ter 2 vezes o tamanho do Texas.
A água de nosso planeta é finita e tanto a água salgada quanto a doce estão cada vez mais poluídas. Há mais de 10 anos atrás, quando eu era voluntária da SOS Mata Atlântica, já ouvia nas reuniões de diretoria que em 50 anos não teríamos mais água potável em São Paulo.
Água é vida. Sem ela, não haverá mais possibilidades, carreiras, viagens, compras, família, nada. Em alguns anos, a água poderá valer mais que o petróleo. Então, o que é mais importante? Pense apenas por um minuto na água limpa que você utiliza em um dia e verá a importância que ela tem para você. A água é nosso bem mais precioso. Precisamos cuidar dela agora.

Segue abaixo um projeto que busca a conscientização sobre a importância da água de maneira inteligente e sensível. Trata em específico da preservação dos Grandes Lagos (em inglês).




Não importa onde vivemos, os Grandes Lagos afetam a todos nós. E enquanto espécies de peixes desaparecem e taxas de defeitos de nascença e câncer crescem, uma coisa parece clara: os Grandes Lagos estão mudando e alguma coisa não está bem certa com a água.

quarta-feira, 13 de julho de 2011

Na Mídia

Nosso projeto foi indicado pelo Conviva Nº 55, jornal trimestral da ADEVA - Associação de Deficientes Visuais e Amigos.

A empresa tem 33 anos de história em projetos que integram o deficiente visual na sociedade, principalmente por meio de sua inclusão no mercado de trabalho, uma ação lindíssima e muito necessária.

É uma honra para nós sermos indicados nesta publicação!

Faça o download em:  http://www.adeva.org.br/

quinta-feira, 30 de junho de 2011

Abraços gratuitos na Itália

Uma linda e ousada iniciativa. O mundo precisa mais delas.

domingo, 26 de junho de 2011

A verdadeira finalidade da educação é a formação do caráter. (Sai Baba)


Se pararmos para pensar, em todo lugar onde encontramos problemas, chegamos à mesma conclusão sobre onde está sua origem: na Educação. A forma como conduzimos nossa política? A sujeira nas ruas que leva às enchentes? O comportamento cruel, desrespeitoso e criminoso dos cidadãos? Os maus-tratos contra animais? O consumo que destrói? Se a educação fosse diferente em sua origem, como tais atitudes e situações poderiam ser diferentes? E esta lista poderia seguir indefinidamente.
Parece que ninguém está muito interessado em salvar a educação. O que todos deixam de ver são os efeitos da educação no crescimento de uma nação e na melhoria do relacionamento entre as pessoas, o que traz mais prosperidade e felicidade a todos.
Mas acho que há uma questão ainda mais crítica, não apenas não damos o real valor à educação, mas não compreendemos sua essência. A verdadeira educação não origina apenas conhecimentos científicos. Deve ser iniciada no seio da família, continuada pelas escolas e reforçada em qualquer atividade que envolva um relacionamento humano.
Sathya Sai Baba, o guru indiano que partiu para a eternidade em abril deste ano e que fundou escolas baseadas nos valores humanos, com a meta de criar uma educação que unisse a excelência humana e a excelência acadêmica, define:
A verdadeira educação é aquela que concede ao homem a riqueza da moralidade, da espiritualidade e o caráter. O propósito da educação não é meramente sustentar o corpo, ela deve alargar a mente do homem e torná-lo um ideal e uma pessoa virtuosa.
Sai Baba dizia que o homem de hoje está dominando várias formas de conhecimento, porém não conhece a si mesmo, a natureza de seu corpo e de sua mente. O problema disso é que quando não nos conhecemos, ignoramos nosso amor interno. Quando não há amor, abrimos as portas para qualidades doentias. E sempre projetaremos aquilo que carregamos por dentro, criando um círculo vicioso no mundo.
Tudo aquilo que vivenciarem do lado de fora nada mais é do que o reflexo, a reação e a ressonância daquilo que está em seu coração. Hoje as qualidades negativas prevalecem no mundo. Qual a razão disto? A razão é que o coração do homem hoje está cheio de sentimentos negativos. Tudo que é testemunhado no mundo é o reflexo do coração do homem.
Nossa educação deve beneficiar nossas vidas e nossas famílias, fazendo-nos prosperar, mas, ao mesmo tempo, deve beneficiar a sociedade em que vivemos, a sociedade global e nosso Planeta, porque cada dia se torna mais evidente a interdependência entre todos eles.

terça-feira, 21 de junho de 2011

O poder das Palavras

Este vídeo é parte da campanha "Anistia Internacional", que defende os direitos humanos de indivíduos ao redor do mundo. A campanha mobiliza pessoas com o objetivo de prover esperança e transformar vidas através de ações simples e poderosas.

Os apoiadores da causa têm usado o poder das palavras para exigir liberdade e justiça para incontáveis defensores de direitos humanos ao redor do mundo.

O vídeo está apenas em inglês. Para saber mais: http://www.amnestyusa.org/


terça-feira, 14 de junho de 2011

Para Refletir...

" Cuidar dos interesses de nossos vizinhos é essencialmente cuidar de nosso próprio futuro. "
Dalai Lama

sábado, 21 de maio de 2011

A História das Coisas

Um resumo do processo que envolve o consumismo e de como estamos afetando nosso planeta e a nós mesmos:

quarta-feira, 18 de maio de 2011

Ciência x Religião?

A ciência nunca foi realmente o oposto da religião, muito pelo contrário. Ambas sempre caminharam lado a lado e parecem cada dia chegar mais perto uma da outra. Um dos maiores símbolos disso em minha opinião é Albert Einstein. Serei sua eterna admiradora, não apenas pela inteligência e incrível amplitude de visão científica que o tornou a maior celebridade do planeta na área, mas por seu lado profundamente humano.
Sua visão ultrapassou as fronteiras da ciência e atingiu os domínios de religiões antigas e pensamentos espiritualistas profundos, como mostra sua famosa frase: “Penso 99 vezes e nada descubro. Deixo de pensar, mergulho no silêncio e a verdade me é revelada”.
Einstein era contra as guerras e o preconceito. Também tinha uma idéia muito particular e fascinante de Deus:
Reconheçamos na base de todo trabalho científico de alguma envergadura uma convicção bem comparável ao sentimento religioso, porque aceita um mundo baseado na razão, um mundo inteligível! Essa convicção, ligada ao sentimento profundo de uma razão superior, desvendando-se no mundo da experiência, traduz para mim a idéia de Deus.
Vale à pena rever este vídeo que mostra a genialidade humana e a humanidade genial do mestre:


sábado, 14 de maio de 2011

Design à favor da consciência criativa

Posters são usados como um método eficiente, objetivo, simples e criativo para espalhar uma idéia e ampliar a consciência. Alguns exemplos muito bacanas:











quarta-feira, 11 de maio de 2011

terça-feira, 3 de maio de 2011

Tecnologia de Acesso

Uma das boas consequências das novas tecnologias é que elas possibilitam maior participação das pessoas com deficiência nas atividades da vida cotidiana. Muito além da acessibilidade, que tem permitido que elas realizem transações bancárias, compras e adquiram conhecimento através dos sites da internet, diversos e variados dispositivos vêm sendo criados para facilitar seu dia a dia, tornando-as mais independentes e autônomas. Com isso, a tecnologia aumenta suas chances no mercado de trabalho, diminue seu isolamento e melhora sua qualidade de vida.
Uma boa ideia que está para ser produzida, mas depende da ajuda da comunidade para ser viabilizada, é o projeto Auire Prisma, da Benfeitoria, um identificador de cores e de dinheiro (cédulas) para as pessoas com deficiência visual. O projeto foi criado por alunos da USP e a empresa esteve presente até mesmo no TEDx Amsterdam, na Holanda.

Como se não bastasse uma boa ideia, os criadores também pretendem licenciar o projeto pelo Creative Commons, utilizando assim o meio inovador de licenças flexíveis que as novas mídias trouxeram, com o objetivo de maximizar o impacto social.


http://www.auire.com.br/




 Colaboradores deste post: Liane Inês Constantino

domingo, 1 de maio de 2011

O Sentido Criador

Outro dia estive refletindo: Se Deus ou o Criador universal que eu acredito existe, porque a maioria de nós não consegue percebê-lo totalmente? Então me dei conta de que Deus é energia, vibração, o “Verbo” ou “Om” e que para perceber energia, temos que senti-la.
Porém, nós criamos um mundo onde a matéria é o princípio e o fim de tudo. Matéria é também energia, de um ponto de vista quântico. Mas se nem mesmo a matéria é totalmente captada por nós, como poderíamos compreender algo que é muito mais sutil?
A percepção do mundo varia de acordo com cada cultura, já que as capacidades mentais humanas são desenvolvidas parcialmente em função de cada uma delas.
O antropólogo Claude Lévi-Strauss dizia que havia uma determinada tribo que conseguia ver o planeta Vênus à luz do dia, o que para ele parecia algo impossível e inacreditável. Mas, ao consultar astrônomos profissionais e velhos tratados de navegação de sua própria civilização, chegou à conclusão de que não só tal observação era concebível como antigos marinheiros também eram capazes de fazê-la.
Fonte: Nasa (Planeta Terra visto do espaço)
O que percebemos através dos olhos não está limitado apenas por nossas culturas e crenças, mas também por nossas capacidades físicas. Nós não podemos ver muitas coisas que acontecem neste planeta, como por exemplo, raios ultravioleta. Se as transmissões de ondas electromagnéticas dos celulares fossem visíveis aos nossos olhos, veríamos uma imensa rede entrelaçada por todo espaço.
Aí aparece o conceito de Maya hindu: o mundo que vemos com nossos olhos é uma ilusão. Como um sonho que sonhamos sem saber que estamos dormindo.
Mas a visão é apenas um dos nossos sentidos. Nossa audição também não consegue captar muitos sons, como o ultrassom. Por outro lado, precisamos aprender a ouvir o silêncio, já que o excesso de ruídos sonoros afeta nossa capacidade de percepção. Muitas vezes se prefere o barulho externo pelo medo de ouvir o que está dentro. Assim também ocorre com nosso tato e olfato. Isso para não falar de nosso 6º sentido, que muitas pessoas nem mesmo sabem que têm. O chamado 3º olho que percebe o sutil, que através de nossa intuição percebe o que é invisível ou imperceptível através dos outros sentidos.
Penso que se nos esforçarmos por perceber o mundo de forma mais integrada e com mais humildade respeitando aquilo que não podemos captar com nossos cinco sentidos, mas que muitas vezes podemos sentir de outras maneiras, teremos uma chance maior de compreender esse todo em que vivemos e, sintonizando nossa vibração com ele, quem sabe, encontrar aí seu próprio Criador.

sexta-feira, 1 de abril de 2011

Qualidade de Vida no Útero

Todos nós sabemos da sensibilidade e capacidade de percepção dos bebês, mesmo quando ainda são pequeninos seres no início da gestação e de como tudo o que eles captam irá ajudar a formar seu ser. Por isso a importância de as mães estarem sempre alegres, fazendo coisas que dão prazer e as deixam calmas, como ouvir uma boa música, ler um bom livro, comer bem, estar em paz e silêncio na natureza, fazer yoga, entre outras coisas.
Mas poucos sabem que a nova biologia afirma que os pais exercem influências sobre as características físicas e mentais de seus filhos. Os fetos realmente aprendem aquilo que percebem.
O biólogo celular Bruce H. Lipton afirma em seu livro “A Biologia da Crença”:
Essas criaturas tão pequenas e complexas têm uma vida no útero que influencia profundamente seu comportamento e sua saúde. ‘A qualidade de vida no útero, nosso primeiro lar, programa nossa suscetibilidade a doenças coronárias, ataques cardíacos, diabetes, obesidade e diversos fatores de nossa vida após o nascimento’, afirma o doutor Peter W. Nathanielsz. (...) Recentemente, descobriu-se haver uma ligação estreita entre distúrbios crônicos comuns em adultos – como osteoporose, oscilações de humor e até mesmo psicose – e as influências sofridas em seu período pré e perinatal.
Eu sempre me emociono ao ver trabalhos como este da Organização Pequenos Corações, onde pessoas trabalham para dar um suporte emocional e ao mesmo tempo fornecer informações às mães gestantes com bebês diagnosticados com problemas no coração.

quinta-feira, 24 de março de 2011

A Poesia da Física

Uma das perguntas que acompanham os seres humanos desde sua origem é:

Onde nós estamos?


Hoje, com o Universo ao nosso redor mapeado até longas distâncias, a questão passa a ser :

Onde estamos no Universo conhecido?
A Física, segundo o astrônomo Marcelo Gleiser, é um processo de autodescoberta e uma expressão profundamente humana da nossa reverência à beleza da Natureza. “Arrisco dizer que existe poesia na física” (A Dança do Universo).
Por trás das fórmulas complicadas, das tabelas de dados experimentais e da linguagem técnica, encontra-se uma pessoa tentando transcender as barreiras imediatas da vida diária, guiada por um insaciável desejo de adquirir um nível mais profundo de conhecimento e de realização própria. Sob esse prisma, o processo criativo científico não é assim tão diferente do processo criativo nas artes, isto é, um veículo de autodescoberta que se manifesta ao tentarmos capturar a nossa essência e lugar no universo.
O vídeo a seguir mostra esta beleza de que ele fala.




O mesmo trabalho foi apresentado em uma das conferências da TED - Ideas Worth Spreading (em inglês).

domingo, 20 de março de 2011

O que vemos não é o mundo e sim um mundo

Teorias recentes sobre a cognição humana dizem que esta é mais a contínua atividade de “criar um mundo” por meio do processo de viver do que a representação de um mundo que existe de maneira independente.
Isso significa dizer, segundo Fritjof Capra (A Teia da Vida) que o que percebemos é, em grande medida, condicionado pelo nosso arcabouço conceitual e contexto cultural.
É fato que até mesmo nossa linguagem influencia na forma como vemos o mundo. Isso explica porque os aborígenes e muitos povos indígenas viam tudo à nossa volta, seres humanos, animais, cosmos e seres inanimados como parte de uma e única coisa.
Uma mulher aborígene disse certa vez em entrevista à televisão:
 Com sua visão, você me vê sentada em uma rocha,  mas eu estou sentada no corpo de meu ancestral. A terra, seu corpo e meu corpo são idênticos.

Figura 01


Nossa educação e vivência “civilizadas”, que herdamos do capitalismo, iluminismo e era industrial, nos condicionaram a ver o mundo cada vez mais segmentado, onde cada coisa é vista, estudada e classificada da maneira mais específica e isolada possível. Até mesmo nossas universidades e profissões refletem essa segmentação.
Penso que esta é uma das mais belas mensagens do filme Avatar (Figura 01). Essa separação está nos matando aos poucos.
Como diz o mestre sufi Llewellyn Vaughan-Lee:
Nosso mundo atual testemunha não o divino, mas nosso excesso de confiança, ambição, ilusões de poder. Em nosso desejo obsessivo de conforto material e de ter mais e mais coisas, estamos saqueando a Terra, como se ela fosse uma simples mercadoria a ser explorada, e temos profanado o mundo. Vivemos como se a vida fosse algo separado de nós mesmos – algo que podemos dominar e controlar – mais do que parte de nosso ser verdadeiro.
Vaughan-Lee possui um projeto que visa promover uma consciência global de unidade: www.workingwithoneness.org

quarta-feira, 16 de março de 2011

O mundo voltado para o Japão

A única coisa positiva que podemos observar após a tragédia do Japão é como o mundo está se mobilizado e se unindo para colaborar de alguma maneira para reduzir o sofrimento alheio. Chefes de Estado, ONGS, empresas e cidadãos de todo mundo agindo por uma causa comum, como se pronunciassem um discurso único. E esta atitude tem se tornado comum diante de fenômenos desta natureza, como aconteceu com as desgraças causadas pelas chuvas no Rio de Janeiro no início deste ano e com o terremoto do Haiti no ano passado.

O mundo ficou pequeno e hoje somos levados a agir como uma grande família.

O Google criou um projeto chamado Crisis Response para facilitar a colaboração mundial:

http://www.google.com/crisisresponse/japanquake2011.html

O blog Go Inspire Go dá sugestões de Como você pode usar as mídias sociais para mobilizar ajuda para o Japão.

Porém, como sempre acontece mesmo em momentos sombrios, alguns oportunistas estão se aproveitando da sensibilidade humana para ter lucro. Portanto, é recomendável avaliar bem a procedência da empresa e do site onde se pretende fazer doações.

terça-feira, 15 de março de 2011

Hora do Planeta 2011

A Hora do Planeta é um ato simbólico, promovido no mundo todo pela Rede WWF, no qual governos, empresas e a população demonstram a sua preocupação com o aquecimento global, apagando as suas luzes durante sessenta minutos.

Este ano, a Hora do Planeta será sábado, dia 26 de março, das 20h30 às 21h30.

Apague as luzes para ver um mundo melhor. Hora do Planeta 2011.



Para saber mais: http://www.horadoplaneta.org.br/

quarta-feira, 9 de março de 2011

A Arte de Impactar

Um dos efeitos da arte sempre foi criar impacto, chamar a atenção para algo, seja em forma de beleza, protesto, choque ou ironia. O impacto pode levar a uma nova percepção, à conscientização de um sentimento, fato social, político, humano ou ambiental.
Esta característica da arte é gritante no trabalho do artista americano Chris Jordan. Seguem abaixo dois exemplos. De arrepiar.

A série “Running the Numbers II: Portraits of global mass culture” mostra o impressionante montante de lixo que estamos usando para repintar nossa paisagem.

Gyre, 2009





A imagem é formada por 2.4 milhões de peças de plástico, número estimado (em libras) do montante de poluentes de plástico que entram nos oceanos do mundo a cada hora. Os plásticos mostrados neste trabalho foram todos coletados no Oceano Pacífico.


Mas como nem tudo são trevas na humanidade, o trabalho a seguir, mais recente, mostra no mesmo estilo que o mundo está começando a despertar.

E Pluribus Unum







Nomes de milhões de organizações ao redor do mundo que são dedicadas à paz, administração ambiental, justiça social e à preservação de culturas indígenas e outras. Estima-se que existam entre 1 e 2 milhões de empresas atuais, número em crescimento.
Conheça o trabalho, vale à pena: http://www.chrisjordan.com

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

Criatividade faz bem à saúde

Campanha Doe Seu Site.
Uma excelente idéia de como usar a criatividade e também as redes digitais em benefício de uma boa causa.

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Caráter, você tem?

“O que não faço por um dólar não faço nem por um milhão”.

Com esta frase, o cineasta espanhol Luis Buñuel conseguiu definir com amplidão o conceito de caráter. Mas o ato digno não se limita apenas àquilo que pode ser desvirtuado por dinheiro, se amplia a todo e qualquer ato que possamos decidir fazer. Ser honesto e digno é para todos os instantes. Os gurus hindus dizem que aquele que age errado (mesmo nos menores atos como pensar mal de alguém) causa um evento negativo a ele próprio. Aí está claramente a responsabilidade de cada um de nós, não apenas com o mundo, mas com nós mesmos. Agir incorretamente causa nosso próprio sofrimento futuro.
A vida é feita de escolhas e enganam-se aqueles que alegam não poderem escolher em determinadas circunstâncias. Sempre há opção.  

Seja gentil, por favor

“Ser gentil com qualquer pessoa” é uma das coisas a se fazer “Num dia”, música de Arnaldo Antunes. Infelizmente é muito fácil perceber que o contrário é a regra. Podemos ver em um único dia como é comum a falta de gentileza por toda parte. Desde as pessoas que já acordam com mau-humor e não dizem bom dia, passando por aquelas que andam correndo no metrô sem ver ninguém à frente e atropelando todo mundo até os mais radicais, os quais não contentes em não serem gentis, ainda agridem os animais, os mais velhos ou qualquer pessoa, verbalmente ou não.
É incrível como um simples gesto pode mudar tudo à sua volta. Minha mãe sempre me ensinou que o sorriso é um meio seguro de se aproximar das pessoas. Isso é uma das grandes verdades que carrego comigo. Ganho o dia quando recebo o sorriso de uma criança, que é inocente e sincero. Assim deveriam ser nossos sorrisos para todos os que cruzam nosso caminho.
As pessoas parecem cegas, surdas e mudas, andam e agem como robôs, como se estivéssemos todos separados e não vivêssemos em sociedade, quando viver em sociedade significa não estarmos sozinhos. Somos um grupo vivendo em uma comunidade. Mas estamos todos amortecidos, dormentes, mergulhados na correria enlouquecedora do dia-a-dia.
O mundo precisa de mais pessoas gentis, de bom-humor, educadas, solícitas. A começar por nós mesmos.

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

A Importância do Diálogo

Para mim, o filme Babel é tão interessante porque trabalha um conceito fundamental para o ser humano, a importância do diálogo.

A incapacidade de dialogar gera discórdias, mal-entendidos, julgamentos, violência e pior, guerras. É preciso recriar a capacidade de dialogar no mundo.

O mundo mudou e com ele terão que mudar as regras, comportamentos e leis. Mas é preciso mudar também a própria consciência. O diálogo, nos tempos bíblicos ou atuais, mantém sua importância intocada porque é quesito do espírito humano.

É confortador saber que há pessoas, grupos e empresas exclusivamente dedicadas ao diálogo.

“Compreenda as diferenças. Aja sobre o que é comum”

é o lema da empresa americana Search for Common Ground (SFCG) http://www.sfcg.org/, que desde 1982 promove meios de encontrar soluções corporativas a partir das diversidades e conflitos entre partes opostas. Tudo com base na comunicação eficaz, na compreensão do lado oposto e na aprendizagem de produzir algo em conjunto, que não poderia ser criado por cada parte isoladamente.

As empresas estão começando a reconhecer o que as religiões descobriram faz tempo. As soluções podem aparecer mais facilmente da união que da separação, da compreensão e da capacidade de ouvir o outro.

Algo para todos nós aprendermos.

Quando existe o entendimento entre os seres, existe o impossível: