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domingo, 22 de abril de 2012
Dia da Terra - Earth Day
Hoje, dia 22 de abril, é o Dia da Terra. Uma data que vem ganhando cada vez mais força desde sua criação no início da década de 1970.
Esta é uma data importante porque ela ajuda a criar uma consciência comum em relação aos problemas ambientais e ao nosso compromisso de proteger o planeta Terra.
Mais de 500 milhões de pessoas em 85 países devem comemorar este ano com manifestações e celebrações.
Uma iniciativa louvável é a da Global Coherence Initiative (http://www.glcoherence.org), um projeto de base científica em conjunto com o Instituto HeartMath.
Eles criaram uma tecnologia avançada de monitoramento da Terra para observar modificações no campo magnético do planeta e testar a hipótese de que o campo da Terra é afetado pelas emoções humanas em massa, tanto positivas quanto negativas.
A pergunta
"E se as pessoas ao redor do mundo experimentassem intencionalmente um amor e cuidado sinceros, compaixão e outras emoções positivas simultaneamente e alimentassem o campo ambiental global com essa energia positiva?"
levou à criação de um experimento que já dura 5 anos e conta com a participação de mais de 40 mil pessoas em 87 países.
Uma das ações é criar coletivamente um campo de energia positiva que interage com os campos eletromagnéticos do planeta. Sensores foram instalados para medir os efeitos. Um dos objetivos é examinar como a ressonância de emoções humanas coletivas em resposta a eventos em massa de significância emocional é refletida no campo magnético do planeta.
Você pode participar deste experimento no Dia da Terra passando 5 minutos com pelo menos mais uma pessoa, ou com sua família ou grupo de amigos visualizando a Terra e seus habitantes em harmonia.
Ou você pode participar junto à instituição pelo link:
http://www.globalcarerooms.org/
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quinta-feira, 29 de março de 2012
Hora do Planeta 2012
A Hora do Planeta é um ato simbólico, promovido no mundo todo pela Rede WWF, no qual governos, empresas e a população demonstram a sua preocupação com o aquecimento global, apagando as suas luzes durante sessenta minutos.
Este ato acontecerá no próximo Sábado, dia 31 de março, das 20h30 às 21h30. Apague as luzes e participe da Hora do Planeta 2012!
Visite o site da WWF para saber mais:
http://www.wwf.org.br/participe/hora_do_planeta_2012/
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quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012
Inteligência do Coração
Você sabia que:
- Seu coração emite campos eletromagnéticos que mudam de acordo com suas emoções e que o campo magnético do coração humano pode ser medido a uma distância de alguns metros do seu corpo?
- No desenvolvimento fetal o
coração se forma e começa a bater antes de o cérebro ser desenvolvido?
- As ondas cerebrais de uma mãe
podem se sincronizar com os batimentos cardíacos de seu bebê?
- Emoções positivas ajudam o cérebro na criatividade e solução de problemas inovadores?
Estas são algumas das descobertas de pesquisas feitas pelo Instituto HeartMath, uma organização sem fins lucrativos com sede na California, EUA. Com pesquisas que desvendam as conexões entre coração e cérebro, a nova ciência têm nos mostrado a importância da participação de nossos corações e emoções em nossa vida. Muito além de um mecanismo que bombea sangue para o corpo, o coração humano possui seu próprio cérebro, como nos explica Gregg Braden.
Há um fluxo de transmissão de informações enviadas não somente do cérebro para o coração, mas também do coração ao cérebro. E quando atingimos um equilíbrio nesta conexão, medido em 0.10 ciclos por segundo, é quando enviamos ótimos sinais entre coração-mente e criamos um estado de coerência, quando nosso cérebro começa a enviar químicas curativas ao nosso corpo e nosso sistema imunológico se fortalece.
Este estado de coerência é conseguido
em estados de calma interior. É quando tomamos melhores decisões, temos um
melhor discernimento e nos relacionamos melhor com os outros. Daí a importância
de práticas como o relaxamento físico e mental e a meditação que equilibram as
emoções, criam um estado de calma e aumentam nossa imunidade como já mostrado por
pesquisas feitas na Universidade do Estado de Ohio e na Harvard Medical School, entre outras.Vale a pena conhecer o site do Instituto HeartMath por onde se têm acesso às pesquisas recentes e muita informação. Eles disponibilizam para downlod o pdf “O Estado de Calma” em português, que ensina um exercício simples e rápido para aprendermos a acessar nossa calma interior.
http://www.heartmath.org
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quinta-feira, 17 de novembro de 2011
Nós temos o poder de mudar!
Artistas famosos gravaram um vídeo
de protesto contra a construção da usina de Belo Monte. Através do Movimento
Gota D’ Água, a campanha discute o planejamento energético do país pela análise
do projeto da hidrelétrica, a mais polêmica obra do PAC.
A campanha me chamou atenção porque, com uma linguagem simples, nos diz como nós devemos sim nos ocupar com questões como estas, que parecem tão distantes do nosso dia-a-dia atarefado com trabalho, família, lazer, acesso à internet.
Mostra como há uma interligação de tudo: a geração de energia no país, a vida e cultura indígenas, o meio ambiente, o desperdício de dinheiro que sai dos nossos bolsos e a forma como vivemos. Nós temos o poder de mudar. Nós temos a responsabilidade de evitar atitudes que prejudiquem nosso país, nossos povos, nosso dinheiro, nosso meio ambiente.
Segundo matéria da Folha de São Paulo, a obra de Belo Monte tem custo estimado em R$ 26 bilhões, mas uma das críticas à nova hidrelétrica é que ela não irá operar na capacidade máxima. “Além disso, duas terras indígenas - Paquiçamba e Arara da Volta Grande do Xingu - ficam no trecho do rio Xingu que terá sua vazão reduzida por causa da barragem. Como os índios dependem do rio para alimentação e transporte, o modo de vida tradicional dessas populações está ameaçado pela usina.”
A campanha me chamou atenção porque, com uma linguagem simples, nos diz como nós devemos sim nos ocupar com questões como estas, que parecem tão distantes do nosso dia-a-dia atarefado com trabalho, família, lazer, acesso à internet.
Mostra como há uma interligação de tudo: a geração de energia no país, a vida e cultura indígenas, o meio ambiente, o desperdício de dinheiro que sai dos nossos bolsos e a forma como vivemos. Nós temos o poder de mudar. Nós temos a responsabilidade de evitar atitudes que prejudiquem nosso país, nossos povos, nosso dinheiro, nosso meio ambiente.
Segundo matéria da Folha de São Paulo, a obra de Belo Monte tem custo estimado em R$ 26 bilhões, mas uma das críticas à nova hidrelétrica é que ela não irá operar na capacidade máxima. “Além disso, duas terras indígenas - Paquiçamba e Arara da Volta Grande do Xingu - ficam no trecho do rio Xingu que terá sua vazão reduzida por causa da barragem. Como os índios dependem do rio para alimentação e transporte, o modo de vida tradicional dessas populações está ameaçado pela usina.”
Segue o vídeo e o site, por onde se pode assinar a
petição e fazer parte desse movimento de mudança.
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domingo, 6 de novembro de 2011
Os bons são maioria
Dentre as muitas mensagens positivas que costumamos receber
por e-mail, uma especialmente me chamou a atenção esta semana, pois tocou num
ponto fundamental do comportamento humano atual, o fato de que hoje uma grande
parte das pessoas sinta prazer em consumir informações destrutivas.
O texto chamado “Os bons são maioria” fala sobre uma campanha de marketing que publicou alguns dados muito interessantes comparando acontecimentos bons e ruins no mundo, tais como:
Há muita coisa boa sendo feita no mundo e cabe a cada um de nós o papel de fazer parte da construção pacífica e benéfica do planeta. Madre Tereza de Calcutá disse certa vez: “As pessoas me perguntam por que eu não participo de movimentos contra a guerra e eu respondo que se vocês tiverem movimentos a favor da paz, podem me chamar que irei a todos.” Aí está o segredo, devemos participar fazendo parte da corrente do bem, não contra o que consideramos ruim. Devemos nos unir aos bons e ajudar na transformação energética do mundo, que hoje precisa mais do que nunca de gestos assim.
A mensagem termina com um convite à alegria: Amemos mais. Participemos mais. Sorriamos mais.
O texto chamado “Os bons são maioria” fala sobre uma campanha de marketing que publicou alguns dados muito interessantes comparando acontecimentos bons e ruins no mundo, tais como:
“*Para cada pessoa dizendo que tudo vai piorar, existem cem
casais planejando ter filhos.
*Para cada corrupto existem oito mil doadores de sangue.
* Enquanto alguns destroem o meio ambiente, 98% das latinhas de alumínio já são recicladas no Brasil.
* Na Internet, a palavra amor tem mais resultados do que a palavra medo.
* Para cada muro que existe no mundo, se colocam duzentos mil tapetes escritos “bem-vindo”.
* Enquanto um cientista desenha uma nova arma, há um milhão de mães fazendo pastéis de chocolate.”
*Para cada corrupto existem oito mil doadores de sangue.
* Enquanto alguns destroem o meio ambiente, 98% das latinhas de alumínio já são recicladas no Brasil.
* Na Internet, a palavra amor tem mais resultados do que a palavra medo.
* Para cada muro que existe no mundo, se colocam duzentos mil tapetes escritos “bem-vindo”.
* Enquanto um cientista desenha uma nova arma, há um milhão de mães fazendo pastéis de chocolate.”
A matéria, que faz parte de uma redação espírita chamada
Momento Espírita, continua dizendo que nós, como consumidores de notícias
também desejamos ver o lado bom do mundo, da vida e das pessoas e, por isso,
devemos demonstrar esse desejo.
Lembro-me de ouvir a monja zen-budista Coen dizer em um de seus discursos em
seu templo que nós escolhemos aquilo que vemos. Não é uma questão de rejeitar a
realidade, mas de não enfatizar apenas o lado negativo das coisas. Saber de um
acidente é um fato, mas querer ver, ouvir e ler todos os detalhes de todos os
envolvidos já passa do normal. Parece ser uma forma de alimentar uma sombra
interna.
Há muita coisa boa sendo feita no mundo e cabe a cada um de nós o papel de fazer parte da construção pacífica e benéfica do planeta. Madre Tereza de Calcutá disse certa vez: “As pessoas me perguntam por que eu não participo de movimentos contra a guerra e eu respondo que se vocês tiverem movimentos a favor da paz, podem me chamar que irei a todos.” Aí está o segredo, devemos participar fazendo parte da corrente do bem, não contra o que consideramos ruim. Devemos nos unir aos bons e ajudar na transformação energética do mundo, que hoje precisa mais do que nunca de gestos assim.
A mensagem termina com um convite à alegria: Amemos mais. Participemos mais. Sorriamos mais.
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quinta-feira, 8 de setembro de 2011
A Árvore da Vida
Fui assistir “A Árvore da Vida” e não pude deixar de
manifestar a imensidão que este filme me fez sentir. Ainda sinto como andando
com os pés a um palmo acima do chão.
Enquanto algumas pessoas sussurravam ao final do filme: “Graças
à Deus que acabou”, fiquei pensando, “será que perdemos a capacidade de VER? A
capacidade de compreender?”. Talvez essa reação se deva ao fato de que este não
é apenas um filme, mas sim uma poesia, um estado de oração. Arrisco a dizer que
é quase um mito. E se digo isso é porque estudei sua linguagem.
Os pares de opostos que salpicam por todo o filme como raios de sol sobre as árvores: Pai-Mãe. Amor-Ódio. Inocência-Malícia. Perdão-Ressentimento. Céu-Mar. Água-Fogo. Oceano-Deserto ... Todas facetas do Absoluto, sem as quais seria impossível conhecer, compreender e, por fim, transcender.
Os pares de opostos que salpicam por todo o filme como raios de sol sobre as árvores: Pai-Mãe. Amor-Ódio. Inocência-Malícia. Perdão-Ressentimento. Céu-Mar. Água-Fogo. Oceano-Deserto ... Todas facetas do Absoluto, sem as quais seria impossível conhecer, compreender e, por fim, transcender.
E toda a forma como a narrativa foi construída me levou à mesma
conclusão, repleta de metáforas e simbologias que, unidas dentro
de um contexto, criam sentidos em camadas ampliando a cada passo nossa
compreensão do todo.
![]() |
| Fonte: Nasa |
E esse todo é tão rico que não pode ser verbalmente
descrito. Uma imagem vale por mil palavras. A música também. Com tão pouco
texto, é riquíssimo em mensagem, sentimentos, informação, insights. Transporta-nos
do micro ao macro em segundos. Do centro da alma humana ao centro da energia
cósmica divina e de volta ao coração do homem. Mas existe esta distinção? Ou
ela foi criada por nós? Imaginamos essa energia criadora que chamamos Deus
longe. Tão longe que é capaz de nos abandonar aleatoriamente, sendo bons ou
maus. Mas nos damos conta de que tudo é Deus. Somos sua vibração. Cada pequeno
gesto, atitude, cada minúscula partícula da criação, tudo faz parte do mesmo. E
se a obra divina é belíssima, a obra humana também pode ser, desde que reflita
a outra, imagem tão bem simbolizada nos prédios que espelham o azul do céu.
Nosso destino é o encontro com o oceano, nosso ponto de
chegada é a luz. No fundo, somos todos como os girassóis, sempre voltados para
esta energia criadora e o mais importante: apenas pelo amor desviamos do escuro
e nos tornamos parte desta grandeza belíssima e tão sofisticada de sentidos que
abrange a vida e tudo o que a cerca.
Palmas para esta obra de arte ousada e tão sensível de Terrence
Malick, que chega a ser um mito do amor divino e humano.
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domingo, 1 de maio de 2011
O Sentido Criador
Outro dia estive refletindo: Se Deus ou o Criador universal que eu acredito existe, porque a maioria de nós não consegue percebê-lo totalmente? Então me dei conta de que Deus é energia, vibração, o “Verbo” ou “Om” e que para perceber energia, temos que senti-la.
Porém, nós criamos um mundo onde a matéria é o princípio e o fim de tudo. Matéria é também energia, de um ponto de vista quântico. Mas se nem mesmo a matéria é totalmente captada por nós, como poderíamos compreender algo que é muito mais sutil?
A percepção do mundo varia de acordo com cada cultura, já que as capacidades mentais humanas são desenvolvidas parcialmente em função de cada uma delas.
O antropólogo Claude Lévi-Strauss dizia que havia uma determinada tribo que conseguia ver o planeta Vênus à luz do dia, o que para ele parecia algo impossível e inacreditável. Mas, ao consultar astrônomos profissionais e velhos tratados de navegação de sua própria civilização, chegou à conclusão de que não só tal observação era concebível como antigos marinheiros também eram capazes de fazê-la.
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| Fonte: Nasa (Planeta Terra visto do espaço) |
O que percebemos através dos olhos não está limitado apenas por nossas culturas e crenças, mas também por nossas capacidades físicas. Nós não podemos ver muitas coisas que acontecem neste planeta, como por exemplo, raios ultravioleta. Se as transmissões de ondas electromagnéticas dos celulares fossem visíveis aos nossos olhos, veríamos uma imensa rede entrelaçada por todo espaço.
Aí aparece o conceito de Maya hindu: o mundo que vemos com nossos olhos é uma ilusão. Como um sonho que sonhamos sem saber que estamos dormindo.
Mas a visão é apenas um dos nossos sentidos. Nossa audição também não consegue captar muitos sons, como o ultrassom. Por outro lado, precisamos aprender a ouvir o silêncio, já que o excesso de ruídos sonoros afeta nossa capacidade de percepção. Muitas vezes se prefere o barulho externo pelo medo de ouvir o que está dentro. Assim também ocorre com nosso tato e olfato. Isso para não falar de nosso 6º sentido, que muitas pessoas nem mesmo sabem que têm. O chamado 3º olho que percebe o sutil, que através de nossa intuição percebe o que é invisível ou imperceptível através dos outros sentidos.
Penso que se nos esforçarmos por perceber o mundo de forma mais integrada e com mais humildade respeitando aquilo que não podemos captar com nossos cinco sentidos, mas que muitas vezes podemos sentir de outras maneiras, teremos uma chance maior de compreender esse todo em que vivemos e, sintonizando nossa vibração com ele, quem sabe, encontrar aí seu próprio Criador.
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