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quarta-feira, 24 de outubro de 2012

Afinal, o que é Sustentabilidade de Vida?

O conceito de Sustentabilidade de Vida está relacionado à nossa forma de ver e compreender o mundo em que vivemos e a nós mesmos.

Estamos tão ocupados com as tarefas do dia-a-dia que perdemos a capacidade de perceber a conexão de todas as coisas, perdemos o sentido de sacralidade da vida e o sentimento de que somos, de fato, parte do universo e, portanto, intuitivos. Para lembrar que há uma rede que nos une a tudo basta mencionar alguns poucos exemplos:

terça-feira, 17 de abril de 2012

Somos Todos Um


Somos Todos Um!
Porque o Todo está em tudo.
Tudo é Ele. Tudo é Um.
Como parte d’Ele, também somos Um!


Sim, há um Grande Coração da Vida em nós.
Ele pulsa a luz eterna em nossos pequenos corações.
Liga cada um de nós ao mesmo Amor Cósmico.
Seja estrela, espírito ou homem, em tudo Ele está.


E quem poderá dizer que não?
E algum templo ou grupo tem exclusividade sobre Ele?
Ou Ele está onde quer, porque é o Dono de tudo?


O que vale é o Amor real, que ilumina a vida.
Esse Amor do Grande Coração d’Ele em nós.


O Grande Concertista Cósmico toca a música da vida.
E nós vamos vivendo em sua canção eterna...


(desconheço o autor)

quinta-feira, 22 de março de 2012

Dia Mundial da Água


Hoje, dia 22 de março é o Dia Mundial da Água.
Segundo o site http://www.diamundialdaagua.net/, um bilhão de pessoas no mundo já vivem em condições de fome crônica e os recursos hídricos estão sob pressão.

Não é mais possível fingir que este problema não está conectado com o mau uso da água. O planeta Terra tem sua própria sabedoria, um mecanismo interno que mantém o equilíbrio necessário para a manutenção da vida. Tudo está interligado. Se sobra de um lado, está faltando de outro. Nossa visão fragmentada das coisas não pode mais se sustentar.

Sem água não há vida e é assustador ver como as pessoas estão jogando a sujeira para debaixo do tapete. Precisamos cuidar de nosso maior patrimônio: a água que, segundo pregam os especialistas, muito em breve valerá mais que o petróleo.

Abaixo, parte do infográfico da Sabesp com dicas simples mas imprecindíveis de como podemos economizar água, publicado hoje pela Folha de São Paulo:


 

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

O Ser que gera Frutos


Algo muito comum hoje é ver as pessoas ensimesmadas no meio da correria do dia-a-dia, cada um cuidando de sobreviver a qualquer custo. Esquecemos que vivemos em grupo, que não estamos sozinhos e que dependemos das relações entre todas as pessoas para estarmos aqui, trabalhando, vivendo, construindo algo em nossas vidas. Somos uma comunidade. Vivemos em comunidade. Apesar disso, uma via fácil para se esconder e fugir deste falso sentimento de solidão é projetar para o outro as dores e falhas internas. Já dizia o grande mestre há 2 mil anos: “Porque vês o argueiro que está no olho de teu irmão e não vês a trave que está no teu próprio olho?”.

Nós necessitamos transcender esse sentimento de solidão e nossas dores internas. Quando encontrarmos o sentimento de completude e paz dentro de nós, poderemos ver com mais clareza os laços que nos envolvem no todo em que vivemos. Por isso é tão importante trabalhar nossa consciência interna. Todos nós recebemos talentos, dons, capacidades. Usemo-los! Desenvolvendo os melhores dons que recebemos nos tornaremos únicos e perfeitos reencontrando-nos com quem realmente somos. Encontrando nossa própria essência, o todo à nossa volta se transforma.

Gandhi nos ensina: “Tomemos a água, que em seu estado líquido permanece na terra, não pode ascender enquanto não tiver se rarificado em vapor. Mas, uma vez que haja se convertido em vapor, eleva-se até o céu onde, por fim, se transforma em nuvens que depois caem sob a forma de chuva que frutifica e abençoa a terra. Nós somos como a água, temos de nos esforçar para rarificarmos de maneira que se destrua o ego e nos absorvamos no Infinito para o bem eterno de todos.”

quinta-feira, 17 de novembro de 2011

Nós temos o poder de mudar!

Artistas famosos gravaram um vídeo de protesto contra a construção da usina de Belo Monte. Através do Movimento Gota D’ Água, a campanha discute o planejamento energético do país pela análise do projeto da hidrelétrica, a mais polêmica obra do PAC.

A campanha me chamou atenção porque, com uma linguagem simples, nos diz como nós devemos sim nos ocupar com questões como estas, que parecem tão distantes do nosso dia-a-dia atarefado com trabalho, família, lazer, acesso à internet.


Mostra como há uma interligação de tudo: a geração de energia no país, a vida e cultura indígenas, o meio ambiente, o desperdício de dinheiro que sai dos nossos bolsos e a forma como vivemos. Nós temos o poder de mudar. Nós temos a responsabilidade de evitar atitudes que prejudiquem nosso país, nossos povos, nosso dinheiro, nosso meio ambiente.

Segundo matéria da Folha de São Paulo, a obra de Belo Monte tem custo estimado em R$ 26 bilhões, mas uma das críticas à nova hidrelétrica é que ela não irá operar na capacidade máxima. “Além disso, duas terras indígenas - Paquiçamba e Arara da Volta Grande do Xingu - ficam no trecho do rio Xingu que terá sua vazão reduzida por causa da barragem. Como os índios dependem do rio para alimentação e transporte, o modo de vida tradicional dessas populações está ameaçado pela usina.”


Segue o vídeo e o site, por onde se pode assinar a petição e fazer parte desse movimento de mudança.

domingo, 1 de maio de 2011

O Sentido Criador

Outro dia estive refletindo: Se Deus ou o Criador universal que eu acredito existe, porque a maioria de nós não consegue percebê-lo totalmente? Então me dei conta de que Deus é energia, vibração, o “Verbo” ou “Om” e que para perceber energia, temos que senti-la.
Porém, nós criamos um mundo onde a matéria é o princípio e o fim de tudo. Matéria é também energia, de um ponto de vista quântico. Mas se nem mesmo a matéria é totalmente captada por nós, como poderíamos compreender algo que é muito mais sutil?
A percepção do mundo varia de acordo com cada cultura, já que as capacidades mentais humanas são desenvolvidas parcialmente em função de cada uma delas.
O antropólogo Claude Lévi-Strauss dizia que havia uma determinada tribo que conseguia ver o planeta Vênus à luz do dia, o que para ele parecia algo impossível e inacreditável. Mas, ao consultar astrônomos profissionais e velhos tratados de navegação de sua própria civilização, chegou à conclusão de que não só tal observação era concebível como antigos marinheiros também eram capazes de fazê-la.
Fonte: Nasa (Planeta Terra visto do espaço)
O que percebemos através dos olhos não está limitado apenas por nossas culturas e crenças, mas também por nossas capacidades físicas. Nós não podemos ver muitas coisas que acontecem neste planeta, como por exemplo, raios ultravioleta. Se as transmissões de ondas electromagnéticas dos celulares fossem visíveis aos nossos olhos, veríamos uma imensa rede entrelaçada por todo espaço.
Aí aparece o conceito de Maya hindu: o mundo que vemos com nossos olhos é uma ilusão. Como um sonho que sonhamos sem saber que estamos dormindo.
Mas a visão é apenas um dos nossos sentidos. Nossa audição também não consegue captar muitos sons, como o ultrassom. Por outro lado, precisamos aprender a ouvir o silêncio, já que o excesso de ruídos sonoros afeta nossa capacidade de percepção. Muitas vezes se prefere o barulho externo pelo medo de ouvir o que está dentro. Assim também ocorre com nosso tato e olfato. Isso para não falar de nosso 6º sentido, que muitas pessoas nem mesmo sabem que têm. O chamado 3º olho que percebe o sutil, que através de nossa intuição percebe o que é invisível ou imperceptível através dos outros sentidos.
Penso que se nos esforçarmos por perceber o mundo de forma mais integrada e com mais humildade respeitando aquilo que não podemos captar com nossos cinco sentidos, mas que muitas vezes podemos sentir de outras maneiras, teremos uma chance maior de compreender esse todo em que vivemos e, sintonizando nossa vibração com ele, quem sabe, encontrar aí seu próprio Criador.