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quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

Inteligência do Coração


Você sabia que:
  • Seu coração emite campos eletromagnéticos que mudam de acordo com suas emoções e que o campo magnético do coração humano pode ser medido a uma distância de alguns metros do seu corpo?
  • No desenvolvimento fetal o coração se forma e começa a bater antes de o cérebro ser desenvolvido?
  • As ondas cerebrais de uma mãe podem se sincronizar com os batimentos cardíacos de seu bebê?
  • Emoções positivas ajudam o cérebro na criatividade e solução de problemas inovadores?

Estas são algumas das descobertas de pesquisas feitas pelo Instituto HeartMath, uma organização sem fins lucrativos com sede na California, EUA. Com pesquisas que desvendam as conexões entre coração e cérebro, a nova ciência têm nos mostrado a importância da participação de nossos corações e emoções em nossa vida. Muito além de um mecanismo que bombea sangue para o corpo, o coração humano possui seu próprio cérebro, como nos explica Gregg Braden.

Há um fluxo de transmissão de informações enviadas não somente do cérebro para o coração, mas também do coração ao cérebro. E quando atingimos um equilíbrio nesta conexão, medido em 0.10 ciclos por segundo, é quando enviamos ótimos sinais entre coração-mente e criamos um estado de coerência, quando nosso cérebro começa a enviar químicas curativas ao nosso corpo e nosso sistema imunológico se fortalece.


Este estado de coerência é conseguido em estados de calma interior. É quando tomamos melhores decisões, temos um melhor discernimento e nos relacionamos melhor com os outros. Daí a importância de práticas como o relaxamento físico e mental e a meditação que equilibram as emoções, criam um estado de calma e aumentam nossa imunidade como já mostrado por pesquisas feitas na Universidade do Estado de Ohio e na Harvard Medical School, entre outras.

Vale a pena conhecer o site do Instituto HeartMath por onde se têm acesso às pesquisas recentes e muita informação. Eles disponibilizam para downlod o pdf “O Estado de Calma” em português, que ensina um exercício simples e rápido para aprendermos a acessar nossa calma interior.

http://www.heartmath.org

quarta-feira, 18 de maio de 2011

Ciência x Religião?

A ciência nunca foi realmente o oposto da religião, muito pelo contrário. Ambas sempre caminharam lado a lado e parecem cada dia chegar mais perto uma da outra. Um dos maiores símbolos disso em minha opinião é Albert Einstein. Serei sua eterna admiradora, não apenas pela inteligência e incrível amplitude de visão científica que o tornou a maior celebridade do planeta na área, mas por seu lado profundamente humano.
Sua visão ultrapassou as fronteiras da ciência e atingiu os domínios de religiões antigas e pensamentos espiritualistas profundos, como mostra sua famosa frase: “Penso 99 vezes e nada descubro. Deixo de pensar, mergulho no silêncio e a verdade me é revelada”.
Einstein era contra as guerras e o preconceito. Também tinha uma idéia muito particular e fascinante de Deus:
Reconheçamos na base de todo trabalho científico de alguma envergadura uma convicção bem comparável ao sentimento religioso, porque aceita um mundo baseado na razão, um mundo inteligível! Essa convicção, ligada ao sentimento profundo de uma razão superior, desvendando-se no mundo da experiência, traduz para mim a idéia de Deus.
Vale à pena rever este vídeo que mostra a genialidade humana e a humanidade genial do mestre:


quinta-feira, 24 de março de 2011

A Poesia da Física

Uma das perguntas que acompanham os seres humanos desde sua origem é:

Onde nós estamos?


Hoje, com o Universo ao nosso redor mapeado até longas distâncias, a questão passa a ser :

Onde estamos no Universo conhecido?
A Física, segundo o astrônomo Marcelo Gleiser, é um processo de autodescoberta e uma expressão profundamente humana da nossa reverência à beleza da Natureza. “Arrisco dizer que existe poesia na física” (A Dança do Universo).
Por trás das fórmulas complicadas, das tabelas de dados experimentais e da linguagem técnica, encontra-se uma pessoa tentando transcender as barreiras imediatas da vida diária, guiada por um insaciável desejo de adquirir um nível mais profundo de conhecimento e de realização própria. Sob esse prisma, o processo criativo científico não é assim tão diferente do processo criativo nas artes, isto é, um veículo de autodescoberta que se manifesta ao tentarmos capturar a nossa essência e lugar no universo.
O vídeo a seguir mostra esta beleza de que ele fala.




O mesmo trabalho foi apresentado em uma das conferências da TED - Ideas Worth Spreading (em inglês).