sábado, 14 de maio de 2011

Design à favor da consciência criativa

Posters são usados como um método eficiente, objetivo, simples e criativo para espalhar uma idéia e ampliar a consciência. Alguns exemplos muito bacanas:











quarta-feira, 11 de maio de 2011

terça-feira, 3 de maio de 2011

Tecnologia de Acesso

Uma das boas consequências das novas tecnologias é que elas possibilitam maior participação das pessoas com deficiência nas atividades da vida cotidiana. Muito além da acessibilidade, que tem permitido que elas realizem transações bancárias, compras e adquiram conhecimento através dos sites da internet, diversos e variados dispositivos vêm sendo criados para facilitar seu dia a dia, tornando-as mais independentes e autônomas. Com isso, a tecnologia aumenta suas chances no mercado de trabalho, diminue seu isolamento e melhora sua qualidade de vida.
Uma boa ideia que está para ser produzida, mas depende da ajuda da comunidade para ser viabilizada, é o projeto Auire Prisma, da Benfeitoria, um identificador de cores e de dinheiro (cédulas) para as pessoas com deficiência visual. O projeto foi criado por alunos da USP e a empresa esteve presente até mesmo no TEDx Amsterdam, na Holanda.

Como se não bastasse uma boa ideia, os criadores também pretendem licenciar o projeto pelo Creative Commons, utilizando assim o meio inovador de licenças flexíveis que as novas mídias trouxeram, com o objetivo de maximizar o impacto social.


http://www.auire.com.br/




 Colaboradores deste post: Liane Inês Constantino

domingo, 1 de maio de 2011

O Sentido Criador

Outro dia estive refletindo: Se Deus ou o Criador universal que eu acredito existe, porque a maioria de nós não consegue percebê-lo totalmente? Então me dei conta de que Deus é energia, vibração, o “Verbo” ou “Om” e que para perceber energia, temos que senti-la.
Porém, nós criamos um mundo onde a matéria é o princípio e o fim de tudo. Matéria é também energia, de um ponto de vista quântico. Mas se nem mesmo a matéria é totalmente captada por nós, como poderíamos compreender algo que é muito mais sutil?
A percepção do mundo varia de acordo com cada cultura, já que as capacidades mentais humanas são desenvolvidas parcialmente em função de cada uma delas.
O antropólogo Claude Lévi-Strauss dizia que havia uma determinada tribo que conseguia ver o planeta Vênus à luz do dia, o que para ele parecia algo impossível e inacreditável. Mas, ao consultar astrônomos profissionais e velhos tratados de navegação de sua própria civilização, chegou à conclusão de que não só tal observação era concebível como antigos marinheiros também eram capazes de fazê-la.
Fonte: Nasa (Planeta Terra visto do espaço)
O que percebemos através dos olhos não está limitado apenas por nossas culturas e crenças, mas também por nossas capacidades físicas. Nós não podemos ver muitas coisas que acontecem neste planeta, como por exemplo, raios ultravioleta. Se as transmissões de ondas electromagnéticas dos celulares fossem visíveis aos nossos olhos, veríamos uma imensa rede entrelaçada por todo espaço.
Aí aparece o conceito de Maya hindu: o mundo que vemos com nossos olhos é uma ilusão. Como um sonho que sonhamos sem saber que estamos dormindo.
Mas a visão é apenas um dos nossos sentidos. Nossa audição também não consegue captar muitos sons, como o ultrassom. Por outro lado, precisamos aprender a ouvir o silêncio, já que o excesso de ruídos sonoros afeta nossa capacidade de percepção. Muitas vezes se prefere o barulho externo pelo medo de ouvir o que está dentro. Assim também ocorre com nosso tato e olfato. Isso para não falar de nosso 6º sentido, que muitas pessoas nem mesmo sabem que têm. O chamado 3º olho que percebe o sutil, que através de nossa intuição percebe o que é invisível ou imperceptível através dos outros sentidos.
Penso que se nos esforçarmos por perceber o mundo de forma mais integrada e com mais humildade respeitando aquilo que não podemos captar com nossos cinco sentidos, mas que muitas vezes podemos sentir de outras maneiras, teremos uma chance maior de compreender esse todo em que vivemos e, sintonizando nossa vibração com ele, quem sabe, encontrar aí seu próprio Criador.

sexta-feira, 1 de abril de 2011

Qualidade de Vida no Útero

Todos nós sabemos da sensibilidade e capacidade de percepção dos bebês, mesmo quando ainda são pequeninos seres no início da gestação e de como tudo o que eles captam irá ajudar a formar seu ser. Por isso a importância de as mães estarem sempre alegres, fazendo coisas que dão prazer e as deixam calmas, como ouvir uma boa música, ler um bom livro, comer bem, estar em paz e silêncio na natureza, fazer yoga, entre outras coisas.
Mas poucos sabem que a nova biologia afirma que os pais exercem influências sobre as características físicas e mentais de seus filhos. Os fetos realmente aprendem aquilo que percebem.
O biólogo celular Bruce H. Lipton afirma em seu livro “A Biologia da Crença”:
Essas criaturas tão pequenas e complexas têm uma vida no útero que influencia profundamente seu comportamento e sua saúde. ‘A qualidade de vida no útero, nosso primeiro lar, programa nossa suscetibilidade a doenças coronárias, ataques cardíacos, diabetes, obesidade e diversos fatores de nossa vida após o nascimento’, afirma o doutor Peter W. Nathanielsz. (...) Recentemente, descobriu-se haver uma ligação estreita entre distúrbios crônicos comuns em adultos – como osteoporose, oscilações de humor e até mesmo psicose – e as influências sofridas em seu período pré e perinatal.
Eu sempre me emociono ao ver trabalhos como este da Organização Pequenos Corações, onde pessoas trabalham para dar um suporte emocional e ao mesmo tempo fornecer informações às mães gestantes com bebês diagnosticados com problemas no coração.