quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

Heróis de verdade

Fonte: http://www.superman-picture.com/

Os filmes de super heróis nunca estiveram tão na moda. Batman, Superman, Thor, Quarteto Fantástico, os Vingadores e por aí vai. Lembro que comecei a gostar de super-heróis quando meu amigo Beto me emprestou alguns quadrinhos na faculdade. Dentre eles, dois se tornaram logo meus favoritos: o Surfista Prateado e o Monstro do Pântano. Por quê? Porque eles continham reflexões tão profundas como estas:

“Nenhum homem pode ser colocado acima dos demais, a chama divina está em todos... ou em ninguém”.


“Onde estaria a bravura se desistíssemos da luta porque há pouca esperança? Devemos ser impelidos pelo objetivo, não pela disputa”.

(Stan Lee – Surfista Prateado)

“Certo e errado, branco e preto, bem e mal... em toda a minha existência eu vislumbrei um e outro, sem me negar a nenhum deles... nunca pude entender o quanto eles dependiam um do outro”.

(Alan Moore – O Monstro do Pântano)

Desde então meu interesse por super-heróis só viria a crescer.
Mas porque os heróis são tão queridos e admirados por todo mundo? À parte dos muitos estudos sobre a figura do herói, eu penso que todos nós, no fundo, gostaríamos de ter por dentro qualidades que fizessem a diferença no mundo.


E a verdade é que podemos ter, se nos propusermos a isso. O mestre hindu Yogananda nos ensina: “Enfrente a tudo e a todos no campo de batalha da vida com a coragem de um herói e o sorriso de um conquistador”.

Valores como integridade, bondade, altruísmo, senso de justiça e amor ao próximo são muito comuns nos heróis de todas as culturas e são qualidades que podemos e devemos desenvolver em nosso interior. Qualidades como estas nos fortalecem e são capazes de destruir o mais perigoso dos inimigos. Nesse sentido, a força física de nossos heróis é figurativa, um símbolo, uma metáfora.

Joseph Campbell, em seu célebre “O Herói de Mil Faces” conclui: “A moderna tarefa do herói deve configurar-se como uma busca destinada a trazer outra vez à luz a Atlântida perdida da alma coordenada”.

Na medida em se torna cada dia mais claro que estamos todos interligados por campos de energia, somos cada um de nós responsáveis por ajudar o próximo a encontrar sua luz interna, seu centro de poder. Desta maneira, fazemos brilhar nossa própria luz e nos reencontramos com nosso herói interno, trazendo paz, justiça e amor à humanidade.

segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

Que venha 2012...


Um novo ano se aproxima. A transformação evocada pelo Natal se aprofunda com o início de um novo ciclo. Mesmo sem contar as profecias do calendário Maia, da cabala e de tantas outras religiões, é visível que o mundo passa por uma grande mudança, sentida em todas as áreas da vida e da cultura humanas. Para sobrevivermos a essas mudanças, é preciso renascer, buscar no mais íntimo de nosso ser a nossa verdadeira essência e manifestá-la na criação de um novo mundo. Que 2012 seja um ano de iluminação e que ondas de paz e amor comecem a fazer adormecer a agressividade, violência e trevas da esfera terrestre. Feliz ano novo!

Dentro de cada um de nós está o impulso de manifestar o divino potencial de nossas almas – a sabedoria, a força, o amor e a alegria que constituem nossa verdadeira natureza. Uma inequívoca bênção e energia positiva são sentidas ao início de um novo ano, psicológica e espiritualmente. É um período auspicioso de transformação, com suas oportunidades de descerrar novos caminhos para o sucesso e a realização. Quantas possibilidades ainda não exploradas se abrem diante de nós quando percebemos que não somos frágeis mortais, limitados pelo passado ou por hábitos e circunstâncias; somos, cada um de nós, uma expressão única de Deus, dotados de Suas potencialidades divinas e com a liberdade para modelar o próprio destino conforme a nossa vontade .

Sri Mrinalini Mata
Presidente da Self-Realization Fellowship

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

O Ser que gera Frutos


Algo muito comum hoje é ver as pessoas ensimesmadas no meio da correria do dia-a-dia, cada um cuidando de sobreviver a qualquer custo. Esquecemos que vivemos em grupo, que não estamos sozinhos e que dependemos das relações entre todas as pessoas para estarmos aqui, trabalhando, vivendo, construindo algo em nossas vidas. Somos uma comunidade. Vivemos em comunidade. Apesar disso, uma via fácil para se esconder e fugir deste falso sentimento de solidão é projetar para o outro as dores e falhas internas. Já dizia o grande mestre há 2 mil anos: “Porque vês o argueiro que está no olho de teu irmão e não vês a trave que está no teu próprio olho?”.

Nós necessitamos transcender esse sentimento de solidão e nossas dores internas. Quando encontrarmos o sentimento de completude e paz dentro de nós, poderemos ver com mais clareza os laços que nos envolvem no todo em que vivemos. Por isso é tão importante trabalhar nossa consciência interna. Todos nós recebemos talentos, dons, capacidades. Usemo-los! Desenvolvendo os melhores dons que recebemos nos tornaremos únicos e perfeitos reencontrando-nos com quem realmente somos. Encontrando nossa própria essência, o todo à nossa volta se transforma.

Gandhi nos ensina: “Tomemos a água, que em seu estado líquido permanece na terra, não pode ascender enquanto não tiver se rarificado em vapor. Mas, uma vez que haja se convertido em vapor, eleva-se até o céu onde, por fim, se transforma em nuvens que depois caem sob a forma de chuva que frutifica e abençoa a terra. Nós somos como a água, temos de nos esforçar para rarificarmos de maneira que se destrua o ego e nos absorvamos no Infinito para o bem eterno de todos.”

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

Para Refletir...


"É vital que, ao educar os cérebros de nossos filhos, não neglienciemos a educação de seus corações". Dalai Lama

quinta-feira, 17 de novembro de 2011

Nós temos o poder de mudar!

Artistas famosos gravaram um vídeo de protesto contra a construção da usina de Belo Monte. Através do Movimento Gota D’ Água, a campanha discute o planejamento energético do país pela análise do projeto da hidrelétrica, a mais polêmica obra do PAC.

A campanha me chamou atenção porque, com uma linguagem simples, nos diz como nós devemos sim nos ocupar com questões como estas, que parecem tão distantes do nosso dia-a-dia atarefado com trabalho, família, lazer, acesso à internet.


Mostra como há uma interligação de tudo: a geração de energia no país, a vida e cultura indígenas, o meio ambiente, o desperdício de dinheiro que sai dos nossos bolsos e a forma como vivemos. Nós temos o poder de mudar. Nós temos a responsabilidade de evitar atitudes que prejudiquem nosso país, nossos povos, nosso dinheiro, nosso meio ambiente.

Segundo matéria da Folha de São Paulo, a obra de Belo Monte tem custo estimado em R$ 26 bilhões, mas uma das críticas à nova hidrelétrica é que ela não irá operar na capacidade máxima. “Além disso, duas terras indígenas - Paquiçamba e Arara da Volta Grande do Xingu - ficam no trecho do rio Xingu que terá sua vazão reduzida por causa da barragem. Como os índios dependem do rio para alimentação e transporte, o modo de vida tradicional dessas populações está ameaçado pela usina.”


Segue o vídeo e o site, por onde se pode assinar a petição e fazer parte desse movimento de mudança.